Boas Ações: Geologia Médica na pauta de Congresso no Rio

Velo-City 2018, Prêmio Ação Ambiental da Firjan e Conferência Ethos sobre Responsabilidade Social são outros destaques do roteiro da semana

Rosayne Macedo
bicicleta-rio-capital-da-bike A cidade do Rio tem a maior malha de ciclovias do país Foto: Raphael Lima/ PMRJ

Na Semana Mundial do Meio Ambiente, o roteiro de Boas Ações que ViDA & Ação traz para você esta semana traz o Congresso Brasileiro de Geologia (49º CBG), a entrega do Prêmio Firjan de Ação Ambiental; a terceira Conferência Ethos Rio de Janeiro; e muitas outras atividades. Dá só uma conferida!

Apenas 4% usam bicicleta como meio de transporte

Na corrida contra o aquecimento global, o Brasil tem pela frente o desafio de reduzir em 37% até 2025 e 43% até 2030 os efeitos do efeito estufa. E os ciclistas têm papel fundamental nesta luta, especialmente no Rio de Janeiro, a cidade com a maior rede de ciclovias do país. Entre os dias 12 e 15, o Rio de Janeiro vai se transformar na capital mundial da bicicleta com o Velo-City 2018, que pretende reunir 2 mil pessoas na defesa da mobilidade urbana não poluente.

A Velo City é considerada a principal série de conferências internacionais de planejamento sobre mobilidade urbana e bicicleta do mundo. Criada em 1980 na Alemanha pela Federação Europeia de Ciclistas (European Cyclists’ Federation – ECF), tem o objetivo de incentivar o ciclismo como parte do dia a dia no transporte e no lazer. Já foram realizadas conferências em cidades como Copenhague, Bruxelas, Barcelona e Montreal e agora o Velo City desembarca no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro (veja a programação completa aqui).

Realizada na Praça Mauá, com eventos paralelos em vários locais da cidade (veja aqui), a Velo-City Rio 2018 quer chamar a atenção para o uso da bicicleta como meio de transporte, fundamental para reduzir a poluição nas cidades e tornar o ambiente mais saudável. Hoje, estima que 4% da população usa a bicicleta como meio de transporte, segundo levantamento feito pela ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos). 

Segundo o estudo “Economia da Bicicleta no Brasil”, da Aliança Bike e do Laboratório de Mobilidade Sustentável da UFRJ, os ciclistas brasileiros que deixam o carro na garagem fazem com que, por ano, 385.216 toneladas a menos de monóxido de carbono sejam despejadas no ar em todo o país. Cada um dos mais de 8 mil ciclistas do país que usam a bicicleta no lugar do carro como meio de transporte deixa de emitir 4,4 quilos de gás carbônico por ano, mais de dez por cento do que fazem os usuários de ônibus (41,9 quilos).

O trabalho analisou o comportamento de 968 ciclistas no Rio de Janeiro que utilizam a bicicleta com frequência. Mediu-se o tempo médio de deslocamento diário deles em quatro tempos: 10 minutos ou menos, 10 a 30 minutos, 30 a 60 minutos e 60 ou mais minutos, levando em conta que o intervalo de 10 a 30 minutos é equivalente a 5 quilômetros. A média de distância percorrida por esses ciclistas em um ano foi de 1.180.536 quilômetros.

Levando em consideração que a média de consumo de um carro popular é de 9 quilômetro por litro de gasolina, e o de ônibus é de 3 km/l de diesel, o estudo projetou para o país uma economia na emissão de gases poluentes de 385.216 toneladas por ano com o uso da bike. Tudo isso considerando apenas a emissão de monóxido de carbono, fora os outros tipos de poluentes.

Vida sobre duas rodas  no Museu do Amanhã

velo-city 2018

O enredo daVelo-City Rio 2018 pode ser resumido como: Aprenda a viver para alcançar Felicidade e Qualidade de Vida, para tal precisamos Integrar a Vida e o transporte gerando uma Economia Viva. A cidade do futuro é uma cidade com Acesso à Vida. Com o tema principal Acesso à Vida, os temas abrangentes de Saúde, Infra-estrutura, Tecnologia, Governança e Dados são utilizados para se adequar aos quatro subtemas: Aprenda a Viver, Felicidade e Qualidade de Vida, Integrando Vida e Transporte, Economia Viva.

Além de sediar a Conferência Velo-City, de 12 a 15 de junho, o Museu do Amanhã recebe o Bicicultura – Encontro Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta e Cicloativismo, que vai até domingo (10), seguido do quinto evento temático da Plataforma 2018: Brasil do Amanhã, com o tema ‘Mobilidade Urbana e Cidades Inteligentes’, na segunda-feira (11).

Orrganizado pela sociedade civil, o Bicicultura celebra e promove a cultura da bicicleta como meio de transporte nas cidades brasileiras. O evento oferece diversas atividades, palestras e oficinas relacionadas à cultura da bicicleta. As vagas são limitadas para cada atividade – veja a programação completa no site Já o Plataforma 2018: Brasil do Amanhã – Cidades Inteligentes e Mobilidade Urbana tem como objetivo desenvolver temas de interesse nacional para aprimorar o nível de informação, mobilização e engajamento social até as vésperas das eleições. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da instituição.

Prêmio Firjan de Ação Ambiental 2018

Ações bem-sucedidas a favor do desenvolvimento sustentável das empresas do Estado do Rio de Janeiro, com foco na proteção ambiental, no equilíbrio econômico e no bem-estar social, serão premiadas nesta terça-feira (12), às 9h30, na sede da Firjan. Este ano são 43 empresas inscritas com 49 projetos concorrentes nas cinco categorias do Prêmio Firjan de Ação Ambiental: Gestão de Água e Efluentes, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, Gestão de Gases de Efeito Estuga (GEEs), Gestão de Resíduo Sólidos e Relação com Públicos de Interesse.

As empresas são avaliadas pelo aprimoramento dos processos produtivos, a implantação de projetos socioambientais e iniciativas que vão além das obrigações legais. Em cinco edições, foram 32 empresas premiadas com 253 projetos inscritos. A solenidade de entrega do Prêmio Firjan de Ação Ambiental faz parte da programação do Seminário de Ação Ambiental 2018 sobre o tema “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Estratégia Empresarial”.

Seminário apresenta plataforma Oceano Sustentável

Ainda durante o Seminário Firjan Ação Ambiental, será apresentada pela primeira vez no Brasil a Plataforma de Ação do Pacto Global da ONU para Negócios do Oceano Sustentável,  lançada esta sexta-feira (8), em Nova York. A plataforma se concentrará em crescimento, inovação e sustentabilidade, explorando a melhor forma de proteger a saúde do oceano. O objetivo é mobilizar o setor privado para tomar ações tangíveis, fazer investimentos e formar parcerias para alavancar o oceano como um recurso para atingir os Objetivos Globais do Desenvolvimento Sustentável, criados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O seminário, nos dias 11 e 12 de junho, na Firjan, reunirá entidades internacionais e grandes empresas brasileiras para debater, além das experiências das corporações junto aos ODS, temas sobre infraestrutura natural para segurança hídrica (ODS 6 e 15); oportunidades e desafios relacionados aos oceanos (ODS 14); e precificação do carbono (ODS 13). Mais informações em www.firjan.com.br/acaoambiental e inscrições em http://ow.ly/YIhG30katE8

Prêmio Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Para recompensar instituições, pessoas e projetos que pensem em soluções sustentáveis e também iniciativas que promovam os aspectos sociais, ambientais e econômicos, o Instituto Arcádia realiza também neste dia 12 de junho o Prêmio Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Organizado em parceria com o Núcleo ODS Estadual/Nós Podemos, o Laboratório de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da UFRJ (Lares) e a Casa da Mulher Nilopolitana, o evento será na sede do IBGE (Rio de Janeiro), das 14h às 16h30.

O Prêmio acontece em conjunto com o Governo Federal e tem por objetivo incentivar, valorizar e dar visibilidade a práticas que  contribuam para o alcance das metas da Agenda 2030 em todo o território nacional. “O Instituto Arcádia está muito orgulhoso em participar mais uma vez desse evento, que premia tantas iniciativas positivas. Queremos também reafirmar o nosso compromisso em continuar seguindo as metas sustentáveis, um dos nossos pilares de trabalho”, destaca Adriana Pinto, presidente do Instituto Arcádia.

Responsabilidade social na pauta

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Um time de lideranças e profissionais que estimulam novos olhares para os desafios da economia e desenvolvimento fluminense vai se reunir na próxima terça-feira (12) para compartilhar as principais soluções para um contexto em que a sustentabilidade e a inovação tornem-se palavras-chave.  A 3ª Conferência Ethos no Rio de Janeiro, organizada pelo Instituto Ethos, acontece das 9h às 18h, no Prodigy Hotel Santos Dumont Airport.

Na pauta, temas como advocacy coletivo, economia de baixo carbono x petróleo e gás, ações afirmativas contra o racismo,  estímulo ao compliance nas contratações públicas e governança e a transparência no esporte. Em um dos painéis, será discutido os desafios para atrair negócios e desenvolver a economia, com Eduarda La Rocque, economista, sócia da Usina Pensamento; Guilherme Mercês, economista-chefe do Sistema Firjan, e Istvan Kasznar, professor titular de economia e administração pública e de empresas da FGV/EBAPE.

O evento também celebra os 20 anos do Instituto Ethos. “Nesse período, tem trabalhado para incentivar práticas sustentáveis e responsáveis nas empresas, em busca de uma sociedade mais justa e sustentável”, afirma o presidente Caio Magri. Um painel vai discutir as duas décadas do movimento no Brasil, com Claudia Jeunon, gerente de comunicação, sustentabilidade, marketing e atendimento ao cliente na Invepar e professora do MBA de Sustentabilidade da UFRJ, e Shelley Carneiro, assessor da diretoria de relações institucionais da CNI. Além da edição carioca, a conferência é tradicionalmente realizada em São Paulo (25 e 26 de setembro) e em Belém, prevista para novembro.

Congresso no Rio vai discutir Geologia Médica

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Uma boa notícia para o Rio de Janeiro na Semana Mundial do Meio Ambiente. A Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) anunciou que escolheu a cidade para realizar seu tradicional evento anual. Entre 20 e 24 de agosto, o Rio será o epicentro dos debates em torno das Ciências da Terra na América Latina durante o 49º Congresso Brasileiro de Geologia.  

Entre os temas principais está ‘Meio Ambiente e Licenciamento’, quando serão discutidos riscos geológicos e desastres naturais como os que ocorreram em Mariana (MG) e na Região Serrana do Rio. A ideia é compreender o presente pela análise de como funcionam os “processos perigosos geológicos que geram risco” e tentando prever o futuro com o “mapeamento de riscos geológicos”.

A aplicação das geociências nas questões de geologia ambiental e geologia médica também estarão em pauta durante o evento. Entre os temas destaca-se a avaliação de ocorrências de metais/minerais e sua relação com a saúde ambiental e mitigações/soluções e/ou experiências realizadas em áreas degradadas, contaminadas ou poluídas.

Realizado no Centro de Convenções SulAmérica, o congresso contará com 2.175 trabalhos técnicos e científicos. São esperados cerca de 4 mil profissionais, pesquisadores, professores, estudantes e demais interessados nas Geociências, além da comunidade em geral. “Será uma oportunidade para se discutir as grandes questões em torno do desenvolvimento da Geologia hoje no país”, afirma Hernani Aquini Fernandes Chaves, presidente do Núcleo RJ da Sociedade Brasileira de Geologia e da Comissão Organizadora do Congresso.

Outros grandes temas estarão em pauta, como Petróleo e Gás, Segurança do Trabalho, Defesa das Instituições Públicas de Geologia e da Ciência Brasileira e Formação do Geólogo e Mercado de Trabalho. As inscrições podem ser feitas pelo site https://www.49cbg.com.br/.

Workshop gratuito sobre Engenharia Ambiental

Entre os dias 11 e 15 de junho, das 8h30 às 18h, a Escola Politécnica da UFRJ (Poli-UFRJ) promove o 4º Workshop sobre Engenharia Ambiental, no auditório André Rebouças, na Cidade Universitária – Ilha do Fundão. Estão programadas 12 palestras e quatro minicursos com especialistas brasileiros e estrangeiros sobre questões relacionadas à inovação tecnológica em gerenciamento de resíduos, avaliação de ciclo de vida e meio ambiente. 

Entre os especialistas estrangeiros convidados estão os professores Loles Bovea, da Universidade Jaume I, da Espanha; Irma Teresa Mercante, da Universidade de Cuyo, da Argentina; Mario Giordano, da Universidade Politecnica delle Marche, da Itália; e Neven Duic, Universidade de Zagreb, da Croácia. Na ocasião, o público poderá ter acesso a conteúdos que tratam da mudança climática e transição energética.  O workshop terá ainda a participação de pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem).

O evento é gratuito e voltado a estudantes de engenharia de qualquer instituição.  Toda a programação do workshop será realizada em inglês, sem tradução para o português. As inscrições nas palestras e nos minicursos podem ser feitas pelo e-mail workshoppea@gmail.com. A programação completa pode ser visualizada no link http://www.pea.poli.ufrj.br/arquivos/4th_WORKSHOP-Program.pdf.

Rio ganha nova usina de painéis solares

paineis solares

A L’Oréal Brasil acaba de inaugurar a segunda maior usina de painéis solares em geração de energia do Estado do Rio de Janeiro. Instalada no Centro de Pesquisa & Inovação da empresa no Porto Maravilha, a usina tem capacidade para 390 kWp, ficando atrás apenas do sistema do AquaRio, também localizado na região.

Com 2.400 m2 de extensão, os painéis solares têm um impacto equivalente a 26 mil árvores plantadas e evitará a emissão de mais de mil toneladas de CO2 na atmosfera no período de 25 anos, tempo de vida útil das placas. O novo sistema gerará 40 mil kWh por mês, o que representa o consumo mensal de aproximadamente 270 casas, e será responsável por 20% de toda a energia utilizada no campus, inaugurado em 2017.

O projeto teve uma viabilidade de execução rápida, já que foram necessários apenas 26 dias de trabalho para instalação das 1200 placas solares. Até então, a distribuição de energia no Centro de Pesquisa era feita 100% pela companhia energética municipal. O planejamento é que até o fim de 2018, os 80% restantes de consumo sejam derivados de energia renovável por meio de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH). Nas demais unidades, a previsão também é que 100% da eletricidade seja renovável até o fim deste ano.

Canudinhos plásticos com os dias contados no Rio

canudos plásticos proibidos no Rio

O Rio de Janeiro quer se tornar a primeira cidade do país a banir o uso de canudinhos plásticos. Um projeto de lei aprovado pela Câmara de Vereadores nesta quinta-feira (7) proíbe o uso dos aparentemente inocentes objetos na cidade. De autoria do vereador Doutor Jairinho (MDB), o projeto prevê que bares, restaurantes, lanchonetes, barracas de praia, ambulantes e similares autorizados pela prefeitura devem usar e fornecer canudos de papel biodegradável ou reciclável individual e hermeticamente embalados com material semelhante.

Quem descumprir será multado em R$ 3 mil, valor que pode ser multiplicado em caso de reincidência. O projeto seguiu para sanção ou veto do prefeito Marcelo Crivella (PRB). Mais de 15 mil cariocas assinaram a petição online criada pela ONG Meu Rio, apoiadora do projeto.  A medida quer incentivar a diminuição do uso dos objetos fabricados com plástico comum e que demoram, em média, 100 anos para se degradar.

Estima-se que os canudos representem 4% do lixo mundial. Em países como os Estados Unidos, por exemplo, são usados meio bilhão de canudos por dia. Com essa quantidade, seria possível empilhar canudos a ponto de darmos duas voltas e meia no planeta em um período de 24 horas”, informa a ONG na página da campanha, informando que não possui dados sobre o uso dos canudos plásticos no Brasil.

Leis estaduais  – No dia 16 de maio, o Diário Oficial do Estado publicou lei, sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão, que determina aos estabelecimentos comerciais dar prioridade aos utensílios, como canudos e copos, de plástico reutilizável ou de material biodegradável. O projeto de lei 1.456/16, do deputado Marcus Vinicius (PTB), tem 60 dias para ser regulamentado e o estado deve fazer campanhas para estimular o uso de materiais sustentáveis.

Em fevereiro deste ano, outra lei, também sancionada por Pezão, determinou a proibição do uso de canudos de plástico, exceto os biodegradáveis, em restaurantes, bares, quiosques, ambulantes, hotéis e similares do estado. Foi estabelecido o prazo de 180 dias (até agosto deste ano) para que os estabelecimentos se adaptem à nova lei. A nova legislação prevê multa, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, nos casos de descumprimento.

Na justificativa, o deputado André Correa, autor da lei, diz que assim como as sacolas plásticas são extremamente nocivas ao meio ambiente, os canudos plásticos não biodegradáveis também causam malefícios à natureza, em especial à vida marinha quando são abandonados junto à orla ou mesmo nos mares, rios e baias a partir de embarcações. “Há que se buscar alternativas menos poluentes e a criação de dificuldades à utilização de canudos plásticos certamente contribuirá para a adoção de novas formas de fabricação de canudos”, enfatizou.

Movimento mundial – O Rio está em sintonia com um crescente movimento global de combate ao lixo plástico, um dos principais vilões da poluição marinha. Segundo a ONU, ao menos 50 países têm propostas nessa seara. Recentemente, a  Comissão Europeia apresentou  novas regras para reduzir e até mesmo banir produtos plásticos descartáveis que representam 70% dos resíduos mais encontrados nas praias e mares da Europa. Investida anunciada nesta semana pela Índia para os próximos cinco anos segue o mesmo caminho. O tema tem sido amplamente discutido e vários órgãos mundiais reforçam que, além de serem utilizados apenas uma vez, os canudos ameaçam diversos animais. Em 2015, um vídeo no qual o objeto perfurava as narinas de uma tartaruga viralizou e intensificou o debate sobre o tema.

Feira orgânica em shopping do Rio

Feira Orgânica Carioca Shopping

A Feira Orgânica Carioca Shopping, na Vila da Penha, vai celebrar o mês do Meio Ambiente em sua edição deste sábado, dia 9. A partir de agora, o evento que reúne produtores que trabalham com um modelo de cultivo natural e ecológico passará a realizar sua edição mensal no 2º piso, em frente à loja Renner. Quem visitar a feira, das 10h às 17h, poderá comprar produtos 100% orgânicos in natura como verduras, legumes e frutas, e ainda experimentar quitutes nas barracas de comidinhas. São opções para todos os gostos desde comida natural e vegana, até opções de pratos e petiscos elaborados com os produtos orgânicos.

Destaque para a barraca que comercializa mudas que são produzidas na Horta Orgânica Carioca, de forma natural, sem uso de aditivos químicos. A Horta é cultivada em uma área de mais de 100m2 no estacionamento G5 do Shopping e na área externa do restaurante Oliva. E para a garotada entrar no clima da vida saudável, haverá atividades socioambientais a partir das 11h. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas no local. O evento tem curadoria da empresa Amanhã Sustentável. A entrada é gratuita. O Carioca Shopping fica na
Av. Vicente de Carvalho 909, Vila da Penha. Rio de Janeiro

Jovens artistas do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo

Fios de Luz

A Galeria de Arte Solar acaba de abrir a exposição Fios de Sol, reunindo trabalhos de jovens moradores das comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Os trabalhos podem ser vistos até dia 23 de junho, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h, com entrada gratuita, na Rua Saint Roman, nº 146, Copacabana – Rio de Janeiro, RJ.

A exposição dos alunos é uma prática desenvolvida com o intuito de aproximar as crianças da atual produção artística do país. Na mostra, 38 alunos do Colégio Integral Solar transformam-se em artistas e seguem uma linha de arte já projetada na exposição Luz Balão, onde artistas se entrelaçaram em forma de rede, unificando trabalhos através de temas previamente sugeridos, influenciados pelo poema Tecendo a manhã, de João Cabral de Melo Neto. Através de três diferentes oficinas, os alunos foram incentivados a entregar-se ao lúdico e exerceram a liberdade da criação de acordo com os quatro temas propostos a eles: arco-íris, gravidade, autorretrato e aurora.

Da Redação, com Assessorias

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