Detox de emoções: muito além de estética e alimentação

Palestra gratuita mostra que é possível cuidar não só do que se come, mas também dos pensamentos, sentimentos e das relações humanas. Veja outros eventos e atividades em nossa Agenda Positiva

Redação

Muito se fala sobre detox e seus efeitos na estética, mas o que é pouco difundido é que esta técnica também pode atuar na mente e nas emoções. No dia 9 de agosto a escola DeROSE Method Copacabana promove uma palestra gratuita sobre o tema. O evento “Muito mais que um detox” trará uma visão mais profunda sobre o impacto que a mudança de determinados hábitos pode provocar no nível de vitalidade e na qualidade de vida.

A palestra será ministrada pela diretora da escola, a professora Melina Flores, que pratica este método há mais de 20 anos, tem três livros publicados, é demonstradora profissional de técnicas corporais de alta performance. “O DeROSE Method proporciona ao praticante um considerável ganho de desempenho devido ao aprendizado de novos hábitos e é justamente para aumentar o desempenho que utilizamos as técnicas de detox”, declarou Melina, que é presidente da Federação do DeROSE Method do Rio de Janeiro.

Para o DeROSE Method, o detox não é apenas cuidar da alimentação, mas também dos pensamentos, sentimentos e das relações humanas. “Se você aprende a fazer uma alimentação mais eficiente, a reconhecer e administrar suas emoções e a desenvolver a capacidade de manter a mente clara, terá um desempenho acima da média”, explicou Melina.

As inscrições devem ser feitas aqui. A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas e é necessário agendamento prévio.

Palestra sobre a terapia do canto em ambientes hospitalares

Susanne Brandão, psicóloga e professora de canto (Foto: Acervo pessoal)

O método da Cantaterapia na saúde mental é uma prática da expressão da música, onde os pacientes podem falar dos seus sentimentos e sua relação com o mundo, através da respiração, relaxamento, exercícios vocais e o canto. O repertório é escolhido pelos próprios pacientes. Nesta quarta-feira, dia 7 de agosto, às 12h, a professora de canto Susanne Brandão, psicóloga com formação em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (adulto e infantil), dará uma palestra no Rio de Janeiro.

Segundo ela, esse método é indicado para crianças ou adultos de qualquer idade, com dificuldades motora, afetiva, de aprendizagem e linguagem, ou indicado para auto conhecimento, como também para o relaxamento. “Tenho pacientes que apresentam dificuldades neurológicas ou pacientes psiquiátricos. Nestes casos, a música é um grande meio facilitador da expressão, se não às vezes o único meio”, destaca a professora com bacharelado em canto.

“A Cantarterapia é uma proposta terapêutica que alia o canto, técnicas de aula de canto e musicalização e improvisação ao discurso do paciente. Esse discurso pode estar na fala, no canto, na música que ele sugere ouvir ou cantar e na improvisação, ou até na interpretação de uma letra de música escolhida por ele. Para isso busco a minha vivência como psicóloga e uno ao meu conhecimento de cantora e professora de música. O processo serve tanto ao auto conhecimento como à superação de obstáculos emocionais e motores”, explica Susanne.

A terapia se baseia e integra três campos de atuação: Terapia Cognitivo Comportamental, Técnica Vocal e Musicalização. A palestra “As bases teóricas da Cantarterapia e sua prática em clínicas, consultórios e em ambiente hospitalar” acontece no Centro de Estudos da Casa de Saúde Saint Roman, na Rua Almirante Alexandrino , 1368 – Santa Teresa. Mais informações: 21-3861-8100.

Rio sedia conferência nacional de vigilância sanitária

Sustentabilidade, atuação em eventos de massa, cuidados com as zoonoses, segurança alimentar e a desburocratização da fiscalização. Para tratar desses e outros temas voltados à prevenção de riscos à saúde pública, a Prefeitura do Rio de Janeiro está promovendo a primeira edição da Convisa Rio, Conferência Nacional de Vigilância Sanitária, Vigilância em Zoonoses e Inspeção Agropecuária da Cidade do Rio de Janeiro.

Organizada pela Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa) e Secretaria Municipal de Saúde, a conferência será no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova. Além da troca de experiência, o evento vai divulgar projetos da área desenvolvidos pela Prefeitura, como programas de zoonoses (doenças transmitidas aos homens por animais), roteiros de fiscalização em eventos de massa e inspeção agropecuária que este ano, com a implantação do Código Sanitário do Rio, passou a ser missão do município.

Com 56 palestrantes em 16 mesas-redondas e espaço para a mostra de trabalhos científicos e uma exposição com fotografias, documentos e outras peças do século passado, o evento acontece entre os dias 6, 7 e 8 e vai marcar o Dia Nacional da Vigilância Sanitária, 5 de agosto. Com atividades das 9h às 17h nos três dias em três salas do Mezzanino do SulAmérica, o encontro permitirá também a capacitação de servidores da Vigilância, que reservou 30% das vagas para seus técnicos.Inscrições e mais informações estão em https://www.convisa.rio.

As mesas-redondas reúnem palestrantes de instituições públicas e privadas do Rio e de outros estados, como São Paulo, Santa Catarina e Ceará, e até do México. A estimativa é que o evento reúna 500 congressistas, entre representantes dos setores regulados (como supermercados, restaurantes, hospitais, escolas e farmácias) e relacionados (shoppings e lojas de departamentos), pesquisadores, acadêmicos, órgãos fiscalizadores, gestores e técnicos de órgãos sanitários de diversos pontos do país.

Exposição – O público será recebido com a exposição “De 1917 a 2019: mais de 100 anos de história”. Com um acervo de cerca de 40 peças, a mostra conta a evolução da Vigilância Sanitária do Rio, que começa na época do surto de tuberculose na então capital federal do século passado, quando teve início a análise do leite bovino distribuído em carro de burro, no ainda Hospital de Medicina Veterinária do Governo Federal, em São Cristóvão. Fotografias, aparelhos como balança de precisão, animais conservados em formol para estudos e documentos de mais de 100 anos, como o primeiro termo de inspeção sanitária, dão vida à exposição que, depois daConvisa Rio, será transformada em permanente.

EM SÃO PAULO

Mutirão da Catarata inscreve até dia 12 para cirurgia gratuita

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O Centro Comercial Aricanduva, em São Paulo, está com inscrições abertas para o o 18° Mutirão da Catarata. A ação é direcionada a pessoas com mais de 50 anos e com baixa visão e ocorre em parceria com o Instituto São Paulo de Ação Voluntária, com o Espaço Cultural Gilson Barreto e com a Cesmo Oftalmogia.

As inscrições devem ser realizadas entre as lojas Renner e Centauro do Shopping Aricanduva, de segunda a sábado, das 10h às 22h, até o dia 12 de agosto. Para participar é preciso levar documento com foto e comprovante de residência. Caso a inscrição seja para terceiros, o responsável deve levar seu documento pessoal junto com os documentos do paciente.

Ao longo de 17 anos, o Mutirão permitiu que 260 mil pessoas fossem atendidas, com a realização de mais de 28 mil cirurgias. O evento recebeu o prêmio de melhor ação social em Shoppings Centers do Brasil, pela Fundação Getulio Vargas e pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) em 2005.

Hipertensão arterial: medidas para reduzir o problema

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No Brasil, a hipertensão arterial (HA) atinge 32,5% (36 milhões) de indivíduos adultos, mais de 60% dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular (DCV).  Junto ao Diabetes Mellitus, suas complicações (cardíacas, renais e AVE) têm impacto elevado na perda da produtividade do trabalho e da renda familiar, estimada em US$ 4,18 bilhões entre 2006 e 2015. Em 2013 ocorreram 1.138.670 óbitos, 339.672 dos quais (29,8%) decorrentes de DCV, a principal causa de morte no País.

Em 7 de agosto, São Paulo promove um amplo debate sobre as medidas para aumentar o diagnóstico, tratamento e controle desta condição que está envolvida no desenvolvimento das doenças cardiovasculares, a principal causa de morbimortalidade no país e no mundo. A discussão faz parte do XXVII Congresso da Sociedade Brasileira de Hipertensão 2019 que transcorrerá junto ao Congresso da Liga Mundial de Hipertensão (World Hypertension League), com a presença de 21 palestrantes internacionais no Hotel Tivoli Mofarrej, de 7 a 9 de agosto.

Brasil e Liga mundial produzirão algumas recomendações para o enfrentamento à HA. A SBH tem como um dos seus objetivos qualificar/ampliar a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e o controle da hipertensão, e com isso impactar os indicadores de morbidade e mortalidade cardiovascular no Brasil. O Sistema Único de Saúde é responsável por 80% dos atendimentos em suas 35.000 Unidades Básicas de Saúde.

A Sociedade Brasileira de Hipertensão faz todos os anos uma atualização para os profissionais que trabalham no SUS. Neste ano esta atualização ocorrerá no dia 7 de agosto das 8h às 12h, para os profissionais da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. O programa pode ser acessado no endereço: https://sistemacenacon.com.br/site/sbh2019/mensagem

Evento para médicos e estudantes sobre tromboembolismo venoso

Considerado a terceira maior causa de morte cardiovascular, o tromboembolismo venoso é tema na Reunião da Liga Acadêmica de Cirurgia Vascular, promovida pela Associação Paulista de Medicina (APM) em 10 de agosto.  Por ser uma doença passível de prevenção, o objetivo do evento é atrair alunos da graduação, conscientizar os especialistas da área e promover o conhecimento sobre o assunto.

“É importante saber o que é, como preveni-lo, como identificá-lo e como tratá-lo”, pontua Ivan Casella, coordenador e cirurgião vascular do Hospital das Clínicas.  O encontro é aberto a todas as especialidades, graduandos ou não, e a palestra será ministrada por Rafael de Atayde Soares, cirurgião vascular do Hospital do Servidor Público Estadual.

O diferencial está no idioma utilizado. A reunião é caracterizada por ser realizada integralmente em inglês, sendo uma oportunidade para os estudantes se acostumarem com a língua.    Segundo Ivan, ensinar tromboembolismo venoso e, ao mesmo tempo, treinar os acadêmicos na língua inglesa é fundamental “O inglês é o principal elemento de geração de informação científica, o grosso e o mais importante da ciência mundial é publicado em inglês”, ressalta.

Da Redação, com Assessorias

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