Quando a azia e má digestão podem causar problemas mais sérios

A azia ocorre pelo refluxo do ácido presente no estômago, e este composto químico é extremamente danoso ao esôfago, o que afeta a qualidade de vida e perturba o sono

Quem nunca comeu algo que não caiu bem no estômago, mas se recusou a tomar um remédio específico para aliviar o desconforto, acreditando que o mal estar logo iria passar? Pelo menos comigo isso já aconteceu muitas vezes. E não estou sozinha… Três em cada dez brasileiros preferem esperar os sintomas de azia e má digestão desaparecem por conta própria a buscar um tratamento adequado. É o que revela pesquisa nacional encomendada por duas marcas de antiácidos muito populares: a Eno e o Sonrisal.

Para Ana Santoro, gerente médica da GSK, indústria que fabrica esses antiácidos, o alto índice de pessoas que não recorrem a um tratamento para diminuir ou tratar o problema é atribuído principalmente ao fato de esses sintomas estarem relacionados à alimentação e à falsa interpretação de que o desconforto passará sozinho com o tempo após a digestão da refeição, não causando prejuízos maiores ao organismo.

Um grande engano, garante a especialista. Segundo ela, o hábito negativo à saúde pode acarretar dor torácica não cardíaca, tosse noturna crônica e dor de garganta.

A azia ocorre pelo refluxo do ácido presente no estômago, e este composto químico é extremamente danoso ao esôfago. Quando não tratadas, a azia e a má digestão podem acarretar problemas maiores, o que afeta a qualidade de vida e perturba o sono. Não enxergar esses dois sintomas como algo grave é um grande erro”, adverte.

Atenção para uso de antiácidos sem excessos

A médica recomenda o consumo de medicamentos antiácidos de rápida ação que têm baixo custo benefício e não precisam de prescrição médica. Mas se a recusa em se medicar pode agravar o sintoma, há uma preocupação por parte dos consumidores de que o uso de antiácidos possa mascarar problemas maiores.

De fato, o exagerado e o uso indiscriminado dos antiácidos deve ser evitado. A especialista esclarece que não se deve tomar mais do que dois envelopes ou duas colheres de chá de Sal de Fruta Eno a cada 24 horas e não se deve utilizar este medicamento por mais de 14 dias seguidos.

“É fundamental que o paciente busque acompanhamento médico caso os sintomas persistam ou piorem. Os componentes do Sal de Fruta quando dissolvidos em água, reagem entre si, produzindo um sal de efeito antiácido”, chama a atenção.

O antiácido, composto por carbonato de cálcio, começa a agir rapidamente, a partir de seis segundos. Já o  Eno Tabs, comprimido mastigável em formato rolete (com oito unidades), pode ser levado para qualquer lugar, na bolsa ou no bolso e não precisa de água para ser consumido.

Estresse é uma das principais causas

A agenda cheia de quem vive na correria, como eu eu, é um prato cheio para a azia e má digestão. Brasileiros sentem esse mal estar em média cinco vezes por mês e o estresse é uma das causas, aponta outra pesquisa encomendada por Eno e Sonrisal.

“O dia a dia cheio de tarefas e horários apertados pode contribuir para uma má alimentação, rica em gordura e sal, por exemplo, feita de forma muito rápida, sem mastigar direito, e com períodos muito longos entre uma refeição e outra. Esse hábito pode resultar em alguns sintomas desconfortáveis, como acidez e queimação”, informa a especialista.

Dicas para evitar azia e má digestão

– Alimentar-se regularmente

– Mastigar bem e escolher sempre alimentos saudáveis

– Evitar café e bebidas carbonatadas, por exemplo.

– Quando isso não for possível, em uma rotina agitada, usar um antiácido para cortar logo o mal-estar é uma alternativa.

Fonte: GSK, com redação

 

 

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