Apesar dos avanços, Brasil ainda está longe da meta de doações de leite materno

Mesmo concentrando a maior rede de bancos de leite materno do mundo, o Brasil só consegue coletar 64% do que é necessário. Entenda

Primeira alimentação humana e fonte de nutrientes para funções biológicas, o leite humano é considerado o melhor alimento para os bebês, pois tem papel importante na proteção imunológica contra doenças infecciosas, na adequação nutricional e no desenvolvimento afetivo e psicológico.

O leite materno pode reduzir até 13% a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de 5 anos. Além disso, os riscos de desenvolver um câncer de mama reduzem em 6% a cada ano que a mulher amamenta. A amamentação é, isoladamente, a estratégia que mais contribui para a diminuição da mortalidade infantil em todo o mundo, conforme a OMS (Organização Mundial da Saúde).

O Brasil é referência internacional e possui uma das maiores redes de banco de leite humano do mundo. Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH), o país dispõe de 224 bancos e 216 pontos de coleta. Mas o volume ainda não é suficiente para atender à demanda dos bebês prematuros cujas mães não conseguem amamentá-los nos hospitais. Em 2020, 182 mil mulheres doaram 229 mil litros, dos quais 157 mil foram distribuídos, beneficiando 212 mil recém-nascidos. Isso representa 64% da real necessidade por leite materno no país.

Estoques de Banco de Leite Humano  (Foto: Mauricio Bazilio/SES-RJ)

Em tempos de pandemia, os estoques dos bancos de leite humano em todo o país estão baixos, porque há muitas dúvidas (e receio) das mães com relação à amamentação. Levantamento realizado pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), entre 2020 e 2021, revelou queda no abastecimento de bancos de leite humano em 20 estados e no Distrito Federal. Alguns estados chegaram a ter momentos de estoques completamente vazios. O pior caso foi no Rio Grande do Norte que chegou a ter o seu estoque zerado.

Dia Mundial de Doação do Leite Humano

Para conscientizar a sociedade sobre a importância do aleitamento materno, estimular a doação de leite materno e divulgar os bancos de leite humano nos estados e municípios, em 19 de maio é celebrado o Dia Nacional de Doação do Leite Humano. Criada em 2015 por meio da Lei nº 13.227/2015, a data marca o início da Semana Nacional de Doação do Leite Humano, com a mensagem “Doe leite, doe esperança. Um grande gesto pode salvar a vida de quem mais precisa“.

Este ano, a campanha lançada pelo Ministério da Saúde tem como slogan “A pandemia trouxe mudanças, a sua doação traz esperança”. O objetivo é sensibilizar as mães sobre a importância de doar leite durante todo o ano e assim promover o aumento do número de novas doadoras voluntárias e do volume de leite humano coletado e distribuído.

Na fase que se encontra a pandemia e com agravamento da saúde, observa-se uma diminuição de doações. É muito importante que quem pode doar, contribua para manter os estoques de leite humano, pois ele é o melhor alimento para o bebê, principalmente para os que têm comorbidades, prematuros, baixo peso, entre outros”, explica Sílvia Piza, presidente da Comissão Nacional Especializada em Aleitamento Materno da Febrasgo e consultora da Libbs farmacêutica.

Frente a um momento de tantas incertezas e agravos a saúde, ela reforça que “a amamentação é recomendada e deve ser estimulada, de modo exclusivo, pelo menos, até o sexto mês de vida do bebê. “Cabe ressaltar que o aleitamento materno favorece condições mais saudáveis para a criança, com maior resistência, e assim, menor propensão a simultaneidade de infecções”, esclarece a médica obstetra da Febrasgo. 

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Entenda a importância para os bebês prematuros

Bebês prematuros internados em UTIs neonatais são tratados com leite materno (Reprodução de internet)

O leite humano é de extrema importância para o desenvolvimento saudável, especialmente de prematuros internados, que não podem ser alimentados pela própria mãe. Esses bebês têm mais chances de recuperação e, consequentemente, uma vida mais saudável, se a alimentação for feita exclusivamente com leite humano.

A cada ano, são estimados 330 mil nascimentos de prematuros ou com baixo peso no Brasil, o que corresponde a 11% do total de nascidos. Cada doação ajuda a salvar a vida dessas crianças, pois apenas 1 ml de leite é suficiente para alimentar um bebê a cada refeição, dependendo do peso e das condições clínicas. Segundo o Ministério da Saúde, 200 ml de leite materno pode alimentar até 10 recém-nascidos.

Apesar de conter, na medida certa, todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento, existem contextos em que os bebês não conseguem mamar no peito, como casos de prematuros, recém-nascidos doentes ou com baixo peso, além de mulheres com dificuldades para amamentar.

É aí que entram os Bancos de Leite, que funcionam como centro de apoio, proteção e promoção ao aleitamento materno. A medida beneficia a recuperação de prematuros e nascidos com baixo peso internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Neonatais, além de contribuir para a diminuição da mortalidade infantil e desnutrição.

O leite humano é o melhor sustento que podemos oferecer aos nossos recém-nascidos prematuros ou doentes nas UTI’s neonatais. Além de ter excelente valor nutricional, possui diversos fatores de proteção que auxiliam no combate de doenças, infecções e estimula o desenvolvimento do sistema imunológico dos bebês, não é preciso parar de amamentar nem de doar”, explica a pediatra Sandi Sato, coordenadora do banco de leite da Maternidade Brasília.

Banco de Leite Humano do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Foto: Mauricio Bazilio/SES-RJ)

Prevenção natural contra infecções e insegurança alimentar

Os benefícios do leite humano para os bebês são inúmeros. Nas diferentes fases de produção do leite materno, desde o colostro, até o leite maduro, o leite humano é rico em imunoglobulinas, anticorpos e várias proteínas, lípides e carboidratos adequados para nutrição do recém-nascido.

O leite materno previne contra as principais do recém-nascido e infância, como gastrenterocolites, afecções alérgicas e de vias respiratórias, o que impacta de maneira positiva no desenvolvimento da criança e formação de um adulto saudável”, explica Silvia.

O leite humano tem composição balanceada, auxiliando na prevenção de doenças comuns da infância e comorbidades da vida adulta, como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras, além de interferir na constituição e desenvolvimento do microbioma intestinal do recém-nascido. “Atualmente, considerado de fundamental a importância no desenvolvimento e prevenção de doenças, como a hipertensão, doenças cardiovasculares, cânceres entre outras”, pontua Dra. Silvia.

Para o recém-nascido, o leite humano é fundamental para a passagem de anticorpos, evita o risco de doenças da infância, principalmente gastroenterocolite, interfere no aspecto imunológico, auxilia na nutrição adequada para que futuramente não seja pré-disposta a mais doenças”, explica a médica obstetra.

Diferença entre o leite materno e fórmulas infantis

E se você está se perguntando qual é a diferença do leite materno, para as fórmulas infantis, por exemplo, saiba que o leite materno é muito mais do que um alimento. Ele tem fatores de proteção capazes de aumentar a imunidade e as defesas do bebê prematuro, como explica a pediatra Lucila Bragantini, do Banco de Leite do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias (RJ).

O bebê prematuro, como ele não tem defesa e ele vai para a UTI Neonatal, ele vai receber muitas chances de se infeccionar, muitas chances de ter problemas. Ele pode ter problema de infecção sanguínea, pode ter meningite, pode ter alteração na parte gastrointestinal, diarréia, pode ter tudo isso, e o leite humano quando doado, dará uma proteção para este bebê, maior que a proteção da fórmula.

Então, os bancos de leite surgiram para dar possibilidade do bebê que não tem a capacidade de sugar o seio materno, porque nasceu muito prematuro, porque não tem maturidade para sugar, respirar e engolir ao mesmo tempo, ter a possibilidade de ter uma defesa através do leite humano doado de outras mães”, explica a pediatra.

Combate à fome e vínculo afetivo

A enfermeira Maria Lúcia Ferreira Ramos Silva, coordenadora do Banco de Leite do Hospital Municipal do Campo Limpo, acrescenta que o leite materno pode evitar infecções respiratórias, intestinais e diminuir os riscos de alergias e diarreias. Os benefícios podem ser vistos também ao longo da vida adulta, podendo evitar diabetes, colesterol alto, hipertensão e obesidade.

O leite materno ainda ajuda a combater a fome e a desnutrição em todas as suas formas e a garantir a segurança alimentar de crianças por todo o mundo. Por esse motivo, o alimento é indicado pela OMS como exclusivo durante os primeiros seis meses de vida e contínuo – com a introdução de novos alimentos – até os dois anos de idade.

Além dos benefícios à saúde e desenvolvimento da criança, a amamentação é um estabelecimento afetivo entre a mãe e o bebê. Por meio dela, são transmitidos segurança, proteção e amor”, destaca a enfermeira.

Benefícios também para as mães

Amamentação ajuda a evitar câncer de mama (Fotos: Mauricio Bazilio/SES-RJ)

Os benefícios do aleitamento, contudo, não se restringem apenas aos bebês, mas também para a mãe. As doadoras também são impactadas pelo ato de doar. Na lactante, ajuda no processo de lactogênese da mama, complementando o processo de desenvolvimento da mama que acontece com a amamentação.

A amamentação complementa a evolução e desenvolvimento da glândula mamária. Contrariamente ao pós-parto, quando se observa a regressão das adaptações do organismo materno que acontecem na gravidez, as mamas completam seu desenvolvimento com os processos fisiológicos que envolvem a amamentação. Esse ciclo é muito importante favorecendo a prevenção de doenças mamárias e o câncer de mama”, explica a dra Silvia.

A amamentação também auxilia na prevenção do ingurgitamento mamário patológico. “Isso ocorre acúmulo de leite nas mamas, em função do desequilíbrio entre a produção de leite e a demanda inicial do recém-nascido, o que causa dor, inchaço, desconforto e, frequentemente, o abandono do aleitamento materno”, esclarece a médica.

Qualquer mulher em fase de amamentação pode doar?

Qualquer mulher que esteja amamentando ou que produza leite em excesso pode doar. Para doar, basta estar em boas condições de saúde e não fazer uso de medicamentos que interfiram na amamentação. Também não pode ter feito tatuagem e recebido transfusão sanguínea por, no mínimo, um ano e disponha de tempo para ordenhar e doar o leite excedente.

A especialista reitera que os Bancos de Leite Humano fazem uma pré-pesquisa do histórico da mãe e agendam uma visita, com todas as precauções exigidas pela pandemia, para coletar os exames necessários que comprovem que ela está apta para fazer a doação e orientar a respeito da retirada e armazenamento do leite. A coleta é realizada semanalmente.

Quem teve Covid pode doar leite?

Mas em tempos de pandemia do coronavírus, uma das preocupações é se a mãe que teve Covid-19 pode doar. Para a dra Silvia, a orientação em relação ao coronavírus é a mesma em relação ao aleitamento materno. “As mães lactantes que tiveram Covid-19 e que estão bem não precisam interromper o aleitamento materno, respeitando todas as condições de higiene”, destaca.

No caso de leite que vai para o banco, ele passa por todo um processamento que inativa os microrganismos patogênicos. “Então, estando ela em condições, não existe problema em relação à doação”, esclarece Dra Silvia.

É fundamental ressaltar a importância da doação de leite e a procura do banco de leite por parte das mães que estão com dificuldade de amamentar. “A manutenção de bebê saudável diminui o risco de complicações e comorbidades, sendo este, inclusive, um incentivo para que as lactantes doem leite. Ele salva vidas de muitas crianças!”, conclui a especialista.

Como se tornar uma doadora e salvar vidas?

Como ser uma doadora de leite materno e ajudar a salvar a vida de um bebê recém-nascido? De acordo com a pediatra Lucila Bragantini, isso é muito mais fácil do que as pessoas imaginam. Segundo a profissional, os pré-requisitos são poucos: a mulher precisa ter um bebê que está amamentando e este bebê tem que estar evoluindo bem de peso e crescimento.

Não tem uma quantidade mínima para doar. Qualquer quantidade é bem-vinda. Porque a gente às vezes tem bebê na UTI que ele precisa tomar por dia só 2 ml de leite. Então, qualquer quantidade que a doadora queira doar, vai ser ótimo. Ela só precisa ser saudável”, detalha.

Para as mamães que querem doar, mas não podem ir até a unidade, o hospital tem a solução: há a possibilidade dos profissionais irem até a residência buscar o leite. O hospital tem um carro que foi doado e com ele, a equipe consegue fazer a coleta do material sempre que uma mãe entra em contato.

Lucila também explica os procedimentos pelos quais as mães doadoras passam e a importância desse método. A partir do momento que a mãe se dispõe a doar, ela tem que ter os exames de rastreio, feitos na própria unidade, que é pra não ter nenhuma chance do leite dela passar alguma doença para esse bebê que vai recebê-lo. Então, ela vai ser avaliada com exames físicos e exame de sangue.

Leite passa por processo de pasteurização

A pediatra Sandi Sato, coordenadora do banco de leite da Maternidade Brasília, também explica que o processo de doação é 100% seguro e que muitas vezes um pouco de leite já é o suficiente para salvar a vida de um bebê prematuro. A partir do momento que o leite é doado, ele é pasteurizado e depois passado para o bebê.

Eu posso assegurar que toda doação passa por um processo de pasteurização e tem critérios rigorosos de controle de biossegurança e qualidade. Fazemos tudo com muito cuidado para que assim possamos oferecer o melhor leite possível para os nossos bebês”, explica Sandi. .

A Maternidade Brasília possui certificação pela Rede Brasileira de Banco de Leite, onde são avaliados anualmente o treinamento da equipe, espaço físico, equipamentos obrigatórios e fluxo de processos. Além disso, a Maternidade Brasília pode buscar as doações nas casas das mães, evitando o deslocamento e garantindo segurança para as doadoras.

Doação que traz esperança

Banco de Leite Humano do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Foto: Mauricio Bazilio/SES-RJ)

A pandemia, felizmente, não afetou o recebimento de doações no Banco de Leite do Hospital Municipal do Campo Limpo (SP), gerenciado pelo Cejam – Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim e conveniado ao Programa Parto Seguro à Mãe Paulistana. A unidade coletou, em 2020, cerca de 872 litros de leite materno, ante 616 litros em 2019. De janeiro a abril de 2021, já foram coletados mais de 298 litros.

O aumento se dá pelo fato de as doadoras estarem em casa durante este período, o que aumenta a disponibilidade, além do trabalho de divulgação efetuado nas redes sociais do hospital, que tem sido importante para que os estoques permaneçam abastecidos”, explica Maria Lúcia.

Os profissionais dos Bancos de Leite oferecem todo o suporte para coleta, armazenamento, seleção, classificação, processamento, controle de qualidade, estocagem sob congelamento e distribuição sob prescrição do leite materno doado.

Ela reforça a importância da manutenção dos estoques de leite nos bancos, pois qualquer quantidade doada faz diferença. “A doação é essencial para ajudar a salvar vidas. Um litro de leite humano pode atender até dez recém-nascidos internados”, afirma a enfermeira. Confira aqui a relação de Bancos de Leite Humano ne SP. 

Cuidados na coleta e armazenamento do leite doado

O leite doado pode ficar armazenado em frascos de vidro de boca larga e tampa de plástico, como os de café solúvel, por exemplo. É importante realizar a higienização da mama e lavar as mãos com água e sabão, além do uso de máscara. O leite colhido é analisado, passa por processo de pasteurização e é submetido ao controle de qualidade antes de ser disponibilizado às unidades neonatais.

Também é importante ressaltar que potes de vidro com tampas de metal, como os de alimentos em conserva, não são recomendados para o armazenamento de leite humano. Confira algumas dicas do Ministério da Saúde para realizar a doação de leite materno:

1. Preparo do frasco para guardar o leite materno


• Lavar um frasco de vidro de boca larga com tampa de plástico (do tipo café solúvel), retirando o rótulo e o papel de dentro da tampa;
• Colocar o frasco e a tampa em uma panela, cobrindo-os com água;
• Ferver por 15 minutos, contando o tempo a partir do início da fervura;
• Escorrer, com a abertura voltada para baixo, sobre um pano limpo até secar;
• Fechar o frasco sem tocar com a mão na parte interna da tampa. O ideal é deixar vários frascos preparados.

2. Higiene pessoal antes de iniciar a coleta do leite materno


• Usar uma touca ou um lenço para cobrir os cabelos;
• Colocar uma fralda de pano ou uma máscara sobre o nariz e a boca;
• Lavar as mãos e os braços até o cotovelo com bastante água e sabão;
• Lavar as mamas apenas com água;
• Secar as mãos e as mamas com toalha limpa.

Local adequado para retirar o leite materno:
• Escolher um lugar confortável, limpo e tranquilo;
• Forrar uma mesa com pano limpo para colocar o frasco e a tampa;
• Evitar conversar durante a retirada do leite.

3. Como retirar o leite das mamas


• Massagear as mamas com a ponta dos dedos, fazendo movimentos circulares no sentido da parte escura (aréola) para o corpo;
• Colocar o polegar acima da linha em que acaba a aréola;
• Colocar os dedos indicador e médio abaixo da aréola;
• Firmar os dedos e empurre para trás em direção ao corpo;
• Apertar o polegar contra os outros dedos até sair o leite;
• Desprezar os primeiros jatos ou gotas;
• Abrir o frasco e coloque a tampa sobre a mesa, forrada com um pano limpo, com a abertura para cima;
• Colher o leite no frasco, colocando-o debaixo da aréola. Após terminar a coleta, feche bem o frasco.

4. Como guardar o leite materno coletado


• Anote na tampa a data e a hora em que realizou a primeira coleta do leite e guarde o frasco fechado imediatamente no freezer ou no congelador;
• Se o frasco não ficou cheio, você pode completá-lo em outro momento;
• Para completar o volume de leite no frasco já congelado, utilize um copo de vidro previamente fervido por 15 minutos. Após a fervura, escorra-o, com a abertura voltada para baixo, sobre um pano limpo até secar.
• Colocar o leite recém-extraído sobre o que já estava congelado até faltarem dois dedos para encher o frasco, guardando-o imediatamente no freezer ou no congelador.

Dúvidas e orientações

Depois de tudo isso, se ainda existir qualquer dúvida sobre a doação de leite materno, como e onde doar, basta entrar em contato com o Banco de Leite Humano mais próximo ou ligar no 136.

O site da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano também traz a localização dos bancos de leite humano e postos de coletas espalhados pelo Brasil, além de orientações sobre a importância do leite materno e da doação. Basta acessar este link.

Para entrar em contato com o Banco de Leite do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Caxias (RJ), acesse o Disque Amamentação pelo (21) 3675-0910, que tem atendimento 24 horas. Ligue e peça orientação.

A Maternidade Brasília mantém um grupo de apoio à amamentação disponível 24 horas por dia, com uma equipe multidisciplinar especializada na orientação às mães. Para mais informações e para marcar a retirada das doações, o telefone de atendimento é (61) 2196-5300.

Atualizado em 3 de junho de 2021

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