Grávidas com Covid-19 têm mais chance de parto prematuro, diz estudo

Novembro Roxo chama atenção para cerca de 340 mil nascimentos de bebês nessas condições por ano, segundo a OMS

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pandemia do coronavírus já provocou mais de 1 milhão de mortes em todo o mundo, somando 32 milhões de casos em 188 países. Os números, assombrosos por si só, agravam outras situações que já eram bem complexas antes da pandemia. Uma delas é o universo da prematuridade como um todo, que envolve, entre outros pontos, a prevenção durante a gestação, o tratamento de bebês prematuros e o acolhimento à família.

Um recente estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (CDC) descobriu que mulheres grávidas com coronavírus são mais propensas a desenvolver sintomas graves e têm maior probabilidade de ter parto prematuro ou sofrerem uma perda gestacional.

O resultado aponta que 12,9% dos nascidos vivos entre uma amostra de 3.912 mulheres foram prematuros, em comparação com 10,2% na população em geral. No caso de mulheres sintomáticas, a taxa de nascimento de prematuros quase dobrou, chegando a 23%. Mulheres sintomáticas e assintomáticas também tiveram aborto espontâneo, com uma taxa geral de 2,2%. A pesquisa analisou os registros médicos de cerca de 600 gestantes, entre 18 e 45 anos, diagnosticadas com coronavírus entre março e agosto deste ano.

Brasil é o décimo do mundo em prematuridade

O Brasil é o 10º país com mais partos prematuros no mundo, com cerca de 340 mil nascimentos de bebês nessas condições por ano, aponta a OMS. A lista inclui ainda China, Estados Unidos, Índia e Nigéria, sendo que 60% desses nascimentos ocorrem na África e no Sul da Ásia, o que demonstra o caráter global do problema. Em todo o mundo, ocorrem 15 milhões de nascimentos nesse perfil, ou seja, um em cada dez bebês nascem prematuros todo ano, sendo que 1 milhão deles morrem, consolidando assim a prematuridade como a principal causa de mortalidade infantil até 5 anos.

A incidência de bebês prematuros já é um problema bastante concreto no Brasil e no mundo e é claro que a pandemia tornou esse quadro ainda mais complexo. E quando a realidade do coronavírus se mistura à realidade da prematuridade, o tema se desdobra em várias problemas. Todos são graves, mas três merecem maior atenção: o isolamento de prematuros na UTI, a evasão de consultas de gestantes e um quadro de pânico e desinformação.

E quando a realidade do coronavírus se mistura à realidade da prematuridade, o tema se desdobra em várias questões: a mãe transmite coronavírus pela gravidez? E pela amamentação? Há relação da prematuridade com a Covid-19? A gestante deve ir ao médico presencialmente para fazer o pré-natal ou há outra opção? É realmente necessário que o bebê prematuro fique isolado na UTI Neonatal?

É neste contexto que se iniciam as atividades de 2020 do Novembro Roxo – mês de sensibilização global para a causa da prematuridade – conduzidas no Brasil pela ONG Prematuridade.com, única instituição do País de apoio aos bebês prematuros e suas famílias.

Precisamos colocar esse assunto com a evidência e a urgência que merece. Trata-se de um problema que pode até ser evitado com um bom pré-natal ou, ainda que haja o parto prematuro, certamente o bebê pode se recuperar com o mínimo de danos à saúde quando recebe o atendimento adequado. O resumo é que podemos interferir positivamente nesse quadro e vidas podem ser salvas. E agora temos que adaptar a realidade da prematuridade ao cenário do COVID-19”, explica Denise Leão Suguitani, fundadora e diretora executiva da ONG Prematuridade.com.

Evasão de consultas e isolamento de bebês na UTI: medo leva a erros graves

De maneira resumida, um parto é considerado prematuro quando acontece antes de 37 semanas de gestação. São várias as causas que podem levar à prematuridade, mas o principal passo para evitar esse problema é a prevenção. Nesse sentido, o pré-natal é uma das medidas mais eficazes para uma gestação saudável e completa. E aqui começa o primeiro processo agravado pela Covid-19: a evasão de consultas de gestantes por medo de infecção. 

Recentemente, a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) realizaram um grande estudo com 2.753 mulheres (1.713 grávidas e 1.040 puérperas – mães de recém nascidos com até 45 dias – de todas as classes sociais,  em todas as regiões do país. 

Entre outros dados, o estudo revelou que 81% das grávidas temem a contaminação pelo novo coronavírus durante as consultas de pré-natal, e 82% têm medo da internação hospitalar por ocasião do parto. Além disso, mais da metade (53%) das gestantes também não sabia se poderia ter acompanhante no hospital no pós-parto, o que é garantido por lei desde 2005.  

Embora não justifique o abandono de pré-natal – cujas consequências podem ser irreversíveis para mãe e para o bebê e isso tem que ficar muito claro – o receio das mulheres tem razão de ser, diante da pesquisa divulgada pelo CDC. Além da evasão de consultas, este cenário tem vários desdobramentos, entre eles a separação de mãe e bebê prematuro na UTI.

Para a fundadora da ONG Prematuridade.com, a apreensão das mulheres grávidas, das mães de prematuros e dos profissionais de saúde quanto à infecção pelo vírus é legítima, mas o efeito colateral de uma decisão extrema, como a de faltar a uma consulta do pré-natal ou restringir a presença dos pais na UTI Neonatal, podem levar a um agravamento contundente de casos e do quadro geral da prematuridade. Não é exagero dizer que pode custar a vida do bebê e da própria mãe, além de quadros de ansiedade, estresse e depressão, comuns na prematuridade e agora mais frequentes durante o período da pandemia. 

Mesmo com o distanciamento social, é importante pensarmos estratégias para garantir o vínculo e o melhor desfecho possível para o bebê e para a família. As gestantes precisam realizar o pré-natal. Os prematuros precisam da presença dos pais. Esses pequenos são mais vulneráveis, e podem ficar com sequelas físicas, motoras e cognitivas. Precisamos adequar o combate ao coronavírus a essa realidade, ressaltando a importância do acompanhamento da gravidez, da manutenção de consultas dos bebês, de manter a vacinação das crianças em dia e da extrema importância da presença dos pais ao lado do prematuro sempre que possível”, pondera Denise.

Isolamento prejudica método Canguru, que traz vários benefícios

Como já se sabe, o isolamento social é a principal forma de evitar a transmissão do coronavírus. O problema central é que o distanciamento é exatamente o oposto à principal premissa do Método Canguru, que consiste basicamente em colocar o bebê prematuro em contato pele a pele com sua mãe ou com seu pai para fins de tratamento e recuperação do recém-nascido.

O Método já é pacificado pela medicina moderna e viabiliza uma série de benefícios, entre eles o estímulo ao aleitamento materno, melhor desenvolvimento neurocomportamental e psicoafetivo do bebê, além de redução do estresse e da dor no recém-nascido prematuro ou de baixo peso.

Separação Zero: movimento quer aproximar pais dos bebês nas UTIs

A diretora da ONG acrescenta ainda que há um movimento mundial chamado “Separação Zero”, voltado a promover a aproximação dos pais com os bebês prematuros nas UTIs. A campanha foi traduzida para mais de 20 línguas e acontece em dezenas de países de todos os continentes, como Alemanha, Reino Unido, Ucrânia, Gana, Austrália, Israel, México e Estados Unidos. No Brasil, a ação foi capitaneada pela ONG Prematuridade.com.

Houve casos de pais que testaram negativo para o coronavírus e, mesmo assim, foram impedidos de entrar na UTI. Isso é muito grave! É certo que precisamos zelar pela segurança de todos: dos bebês, das famílias e das equipes, mas a presença materna, principalmente, faz parte do processo de cura do prematuro e só deve ser restringida em casos extremos”, diz.

Transmissão pela gravidez, amamentação e outras dúvidas

A OMS afirma que não há informações se uma gestante com Covid-19 pode transmitir o vírus para seu bebê durante a gravidez ou o parto, mas se confirmada a doença após o nascimento, a mãe deve seguir alguns cuidados, especialmente por se tratar de bebês mais vulneráveis e que requerem atendimento diferenciado. 

Devido às mudanças no corpo e no sistema imunológico, sabemos que as gestantes podem ser severamente afetadas por algumas infecções respiratórias. É importante, por isso, que elas tomem precauções para se protegerem contra a Covid-19, e relatarem possíveis sintomas (incluindo febre, tosse ou dificuldades para respirar) para seus provedores de cuidados de saúde”, informa o Ministério da Saúde em seu site. 

Aleitamento materno também preocupa

Outro assunto que também desperta preocupação é o aleitamento materno. “Queremos que as mães de prematuros saibam que é possível e é recomendado, tomando todas as medidas de proteção, que sigam amamentando seus bebês, mesmo com suspeita ou confirmação de infecção pela Covid-19.”, informa Denise Suguitani.

Além disso, é fundamental levar o bebê a todas as consultas e manter as vacinas em dia. “Os prematuros são mais vulneráveis a algumas infecções e possuem um calendário de imunizações especial, por isso, precisam de um olhar mais atento das famílias e dos profissionais”, complementa. 

A fundadora da ONG acrescenta ainda que uma série de iniciativas estão previstas para todo o mês. De acordo com Denise, o Novembro Roxo engloba ações e eventos, ao redor do mundo, ligados à prematuridade e sua prevenção. Esse ano, a campanha, que tem como slogan “Juntos pelos prematuros, cuidando do futuro”, trará uma agenda repleta de atividades. 

Temos um trabalho forte de conscientização a fazer junto à sociedade como um todo durante o ano inteiro, mas em novembro é o momento de dar ainda mais evidência ao tema. Apesar de a pandemia ter complicado ainda mais o cenário da prematuridade, o fato é que a questão por si só já era bastante complexa”, ressalta.

Mulheres negras e pobres estão mais vulneráveis a partos prematuros

Apesar de não haver um estudo único que relacione diretamente a prematuridade à condição social e a cor da pele das mulheres, não é difícil identificar essa relação quando se contextualiza diversas pesquisas. Nesse sentido, é preciso avaliar com profundidade e sensibilidade a questão.  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os 10% mais pobres do país, 75,2% são negros, sendo que há mais de 7,8 milhões de pessoas vivendo em casas chefiadas por mulheres negras. 

Abaixo da linha da pobreza, estão 63% das casas comandadas por mulheres negras com filhos de até 14 anos, com US$ 5,5 per capita ao dia, cerca de R$ 420 mensais, o que evidencia sua condição de maior vulnerabilidade. Para mulheres brancas e com filhos, a proporção de casas abaixo da linha da pobreza é de 39,6%. Portanto, elas também estão expostas ao problema, vale ressaltar.  

Considerado este dado, um segundo estudo – realizado pela Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz) –  aponta que grávidas negras realizam menos consultas do que o indicado pelo Ministério da Saúde e, quando conseguem cumprir com todo o protocolo do pré-natal, as consultas são mais rápidas e recebem menos orientação sobre o início do trabalho de parto e sobre possíveis complicações na gravidez.  

Segundo pesquisadora Maria do Carmo Leal, as chances de uma mulher negra não receber analgesia chega a ser o dobro de uma mulher branca. Além disso, do grupo de mulheres que recebem o corte no períneo, em 10,7% das mulheres pretas não foi aplicada a anestesia local para a realização do procedimento, enquanto no grupo das mulheres brancas a taxa de não recebimento de anestesia foi de 8%.

Entre outras constatações ouvidas em salas de maternidades pela pesquisadoras, premissas racistas e sem base científica como  “mulheres pretas têm quadris mais largos e, por isso, são parideiras por excelência”, “negras são fortes e mais resistentes à dor” direcionavam as decisões no centro médico. A matéria completa sobre essa pesquisa, que inclusive conta com a participação de diversos personagens, foi realizada pela Agência Pública e pode ser conferida neste link

Por fim, um terceiro estudo, conduzido pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em parceria com outras 12 universidades do país, com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e com o Ministério da Saúde, mostrou que as mães negras apresentaram o segundo maior percentual de bebês prematuros (7,7%), atrás apenas das indígenas (8,1%).  Esse dado é referente ao ano de 2010 e revisa para cima os números do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Sistema Único de Saúde (SUS), que apontava uma taxa de prematuridade de 7,2%. 

Compilando todos essas pesquisas, fica claro que mulheres negras e indígenas são mais expostas à pobreza e a pobreza dificulta acesso à saúde, à informação e a um pré-natal adequado,  expondo mulheres mais pobres aos riscos prematuridade. Soma-se a este fato as fortes percepções racistas trazidas pela pesquisa da Fiocruz. Queremos mostrar a importância e a urgência que essa pauta merece. Todas as mães precisam ter acesso a um pré-natal de qualidade e informações sobre a gravidez”, explica Denise Leão Suguitani, fundadora e diretora executiva da ONG Prematuridade.com.  

Para Denise, a prematuridade é uma questão que pode ser evitada com um acompanhamento adequado e, ainda que haja o parto prematuro, certamente podemos intervir para diminuir os danos à saúde desses bebês. “São várias as causas que podem levar à prematuridade, mas o principal passo para evitar esse problema é a prevenção. Nesse sentido, o pré-natal é uma das medidas mais eficazes para uma gestação saudável e completa. O resumo é que podemos interferir positivamente nesse quadro e vidas podem ser salvas”, finaliza. 

Novembro Roxo

O debate envolvendo a relação da vulnerabilidade social à propensão de prematuridade é mais uma das ações envolvendo o Novembro Roxo, mês de sensibilização global para a causa, conduzidas no Brasil pela ONG Prematuridade.com, única instituição do País de apoio aos bebês prematuros e suas famílias. Durante todo o mês está previsto uma série de iniciativas e atividades sob o slogan “Juntos pelos prematuros, cuidando do futuro”.

No dia 17 de novembro, é celebrado o Dia Mundial da Prematuridade, data escolhida pelo significado especial para Jürgen Popp, um dos fundadores da EFCNI (European Foundation for the Care of Newborn Infants), parceira da ONG Prematuridade.com. Após a morte de seus trigêmeos prematuros, em dezembro de 2006, ele tornou-se pai de uma filha nascida em 17 de novembro de 2008. Ao mesmo tempo, o March of Dimes, organização de caridade americana para prematuros e recém-nascidos teve uma ideia semelhante e lançou um Dia da Consciência para a Prematuridade, em 17 de novembro, nos EUA.

O roxo simboliza sensibilidade e individualidade, características que são muito peculiares aos bebês prematuros. Além disso, o roxo também significa transmutação e mudança, ou seja, a arte de transformar algo em outra forma ou substância, assim como no desenvolvimento de um bebê prematuro. 

No Brasil, as ações do Novembro Roxo serão conduzidas pela ONG Prematuridade.com, única instituição do País de apoio aos bebês prematuros e suas famílias. Este ano a campanha terá como slogan “Juntos pelos prematuros, cuidando do futuro”. 

Durante todo mês, serão realizadas uma série de atividades com foco em informação, educação e acolhimento. As atividades começaram dia 1º com um webinar reunindo vários especialistas. Os trabalhos envolvem e beneficiam as famílias com bebês prematuros, os profissionais de saúde, instituições e parceiros interessados, além de autoridades e personalidades envolvidas de alguma forma com o tema. 

Entre as instituições representadas nas atividades estão o Ministério da Saúde, a APAE, a AACD, a  Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Segurança do Paciente. Diante ao cenário de pandemia, evidentemente, boa parte das ações será realizada de forma online.  (Veja a agenda completa abaixo).

Segundo Denise Leão Suguitani, há  um trabalho forte de conscientização a fazer junto à sociedade como um todo durante o ano inteiro, mas novembro é uma oportunidade única e especial para evidenciar ainda mais o tema da prematuridade. 

O sonho de ser pai ou mãe envolve inúmeras emoções e expectativas, principalmente o desejo de uma criança saudável. Mas se esse bebê nasce prematuramente, é nosso dever enquanto sociedade garantir que ele receba o atendimento mais adequado e que seja acolhido com muito amor, para que tenha todas as condições para uma rápida e plena recuperação. Novembro Roxo é sobre isso: é sobre acolher a vida e cuidar do futuro”, explica.

Mais informações sobre a relação entre Covid-19 e prematuridade podem ser encontradas neste link

AGENDA NOVEMBRO ROXO

8 de novembro (às 17h): “I Encontro Nacional dos Voluntários da ONG Prematuridade.com” – Evento fechado para os mais de 100 voluntários de 20 Estados do país. Um encontro cheio de informações, acolhimento, motivação e amor, fechando o ano de trabalho da ONG com muito carinho.

14 de novembro (início às 17h) a 15 de novembro (17h): “Virada da Prematuridade” – Serão 24h de lives, vídeos, música, entrevistas, aulas (que vão desde Yoga e culinária até dança do ventre para mães e bebês), um conteúdo bem eclético para levar informação, acolhimento e entretenimento às famílias.

17 de novembro: Dia Mundial da Prematuridade – Uma sequência de lives durante todo o dia, sobre as principais temáticas que circundam o tema da prematuridade, com participação de Ministério da Saúde, Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Sociedade Brasileira de Pediatria, APAE Brasil, Sociedade Brasileira de Imunizações, Instituto Protegendo Cérebros, a pediatra Dra Ana Escobar, a modelo Isabel Hickmann, mãe do pequeno Francisco e o Tenente Bahia, pai da pequena Sophia.

20 e 21 de novembro: Evento Liga Acadêmica da Prematuridade – Evento multiprofissional com enfoque no cuidado dos bebês prematuros. Serão trabalhadas as temáticas da gestão a alta, com a participação de profissionais de todo Brasil e do Canadá. No evento, acontecerá ainda o lançamento da Liga ONG Prematuridade.com. Todos participantes receberão certificado. Evento gratuíto, destinado para estudantes e profissionais de saúde. O evento terá sua abertura no dia 20 às 19h até às 22h e reinicia no sábado às 8h.

28 de novembro: II Ciclo de Palestras para Famílias ONG Prematuridade.com – Evento preparado para pais de bebês prematuros. Trazendo informações sobre os cuidados com seu bebê, família e relacionamento. A programação vai contar com a participação de médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e muito mais. Totalmente gratuito e todos os inscritos serão certificados. 

Links: as transmissões ocorrerão alternadamente nos canais da ONG: 

Sobre a ONG Prematuridade.com – A Associação Brasileira da Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros – ONG Prematuridade.com – nasceu em 2011 a partir de um blog de experiência de mães e profissionais com a prematuridade e suas consequências. Em pouco tempo, os conteúdos se tornaram cada vez mais relevantes, ganharam espaço e surgiu o desejo de que o assunto fosse debatido com urgência. Em novembro de 2014 foi fundada, por Denise Leão Suguitani, a ONG Prematuridade.com, com sede em Porto Alegre (RS), a única organização a atuar na causa em âmbito nacional.

O trabalho da ONG se baseia em ações dedicadas à prevenção do parto prematuro, à capacidade de educação continuada para profissionais de saúde e à defesa de políticas públicas voltadas ao interesses das famílias de bebês prematuros e dos profissionais que cuidam deles. Atualmente são cerca de 4 mil famílias cadastradas, mais de 100 voluntários em 19 estados brasileiros e um Conselho Científico Interdisciplinar de excelência. Mais informações: https://www.prematuridade.com/

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