Uso de laser é mais seguro para tratar o glaucoma

Considerado a essência da oftalmologia, laser é o tema central de congresso que acontece no Rio. Veja outras atividades na Agenda Positiva

Redação

O glaucoma é o maior fator de cegueira irreversível do mundo, representa quase 15% dos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mas identificar a doença na fase inicial não é nada simples. Os sintomas praticamente não existem e são detectados apenas pelos exames de rotina. No Brasil, são 1 milhão de casos da doença, e a maior ocorrência está entre a população acima de 40 anos. Até ano que vem, serão 80 milhões de pessoas em todo o mundo com glaucoma e em 2040 esse número pode chegar a  111,5 milhões.

Até hoje, o tratamento consiste principalmente no uso de colírios que aliviam a pressão intraocular. Cirurgias e lasers são usados em casos específicos, mas segundo os especialistas, as novas técnicas vão ser empregadas cada vez com mais frequência. “O laser é a essência da Oftalmologia, está sendo usado em cirurgias e na maioria dos diagnósticos. É mais seguro, eficaz, tem maior precisão e diminui o tempo de recuperação do paciente”, afirma Marcos Ávila, Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).  

O laser é destaque no 63º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO2019), que acontece 4 a 7 de setembro no Windsor Convention e Expo Center, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. A cada edição um tema é escolhido para ser transformado em livro, apresentado em uma sessão especial do CBO 2019. A obra coletiva deste ano é coordenada pelos oftalmologistas Armando Crema (RJ), Elisabeto Ribeiro Gonçalves (MG) e Francisco Lima (GO) e engloba o uso dos lasers nas áreas diagnóstica, plástica e de várias doenças.

O glaucoma é causado por uma alteração na pressão dos olhos e de danos no nervo óptico. Uma vez que se trata de uma condição crônica, deve ser monitorado por toda a vida de forma rotineira em consultas com um oftalmologista. Embora não tenha cura, é possível interromper a perda de visão com medicação adequada (uso de colírios), laser, ou cirurgia.

A doença atinge pessoas de qualquer idade, mas a prevalência aumenta com o envelhecimento. Um dos perigos é que se trata de uma doença silenciosa e a maioria das pessoas só descobre em estágios mais avançados (perda da visão periférica e manchas pretas na visão). Os principais fatores de riscos são a pressão intraocular alta, miopia e histórico familiar. O Sistema Único de Saúde oferece consultas, exames de diagnóstico, acompanhamento, tratamento oftalmológico, cirurgias e implante de prótese.

Consulta pública sobre medicação para HIV

Um dos medicamentos mais modernos do mundo, o dolutegravir, atualmente ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento de HIV/Aids, poderá também atender aos pacientes de tuberculose, em casos de coinfecção. A incorporação está em consulta pública até o dia 10 de setembro de 2019. Até essa data, a sociedade pode enviar opiniões, sugestões e críticas sobre o tema por meio de formulário eletrônico.

O dolutegravir apresenta uma série de vantagens como alta potência; nível muito baixo de eventos adversos; tratamento eficaz por mais tempo e menor resistência. Além disso, o medicamento baixa a carga viral mais rapidamente, sendo importante aos pacientes recém-diagnosticados com HIV e casos graves de coinfecao tuberculose e HIV.

A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) solicitou à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) uma avaliação para incorporar o dolutegravir para o tratamento antirretroviral de pacientes coinfectados com HIV e tuberculose. A partir disso, a Conitec analisou estudos a respeito da eficácia do medicamento, que comprovaram que o dolutegravir 50mg, administrado duas vezes ao dia, quando coadministrados com rifampicina, é bem tolerado em pacientes com tuberculose.

A tuberculose em pessoas que vivem com HIV é uma das condições de maior impacto na mortalidade pelas duas doenças no país. Essas pessoas têm maior risco de desenvolver a tuberculose, e muitas vezes, só têm o diagnóstico da infecção pelo vírus durante a investigação/confirmação da tuberculose. A chance de uma pessoa que vive com HIV ter tuberculose é 25 vezes maior que uma pessoa sem HIV.

O diagnóstico precoce de infecção pelo HIV em pessoas com tuberculose e o início oportuno do tratamento antirretroviral reduzem a mortalidade. Portanto, o teste para diagnóstico do HIV (rápido ou sorológico) deve ser ofertado a toda pessoa com diagnóstico de tuberculose. Caso o resultado da testagem para HIV seja positivo, a pessoa deve ser encaminhada aos serviços especializados, e que sejam mais próximos de sua residência para dar continuidade ao tratamento da tuberculose e iniciar o tratamento da infecção pelo HIV.

Queda no número de beneficiários de planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) contabilizou em todo o país, no mês de jullho, um total de 46.999.473 beneficiários em planos de assistência médica e 24.961.132 em planos exclusivamente odontológicos. Os dados apontam leve queda de clientes na segmentação médica em comparação ao ano anterior, o que mantém a tendência de estabilidade, com pequenas variações, que vem sendo observada nesse produto. Entre julho de 2018 e julho de 2019, houve aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 14 estados e no Distrito Federal (DF), sendo Goiás, DF e Pará os líderes em números absolutos.

Já o segmento odontológico segue sua trajetória de ampla expansão nos últimos anos. Na segmentação odontológica, 22 estados e o DF registraram crescimento. A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras. Confira aqui as tabelas com a evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por Unidade Federativa. A consulta pode ser feita por meio da Sala de Situação, ferramenta disponível no portal da ANS – Acesse aqui a Sala de Situação.

Acolhimento a crianças e mulheres vítimas de violência

Será inaugurado nesta sexta-feira (6), às 11 horas, o primeiro Centro de Acolhimento ao Adolescente, à Criança e à Mulher Vítima de Violência (CAAC Lilás +) do Estado do Rio de Janeiro, no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. O espaço, feito em parceria com o Ministério Público e a Polícia Civil, prestará atendimento multidisciplinar com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos integrado com policiais e peritos.

O CAAC Lilás + atenderá a demanda interna do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes e, através de agendamento, a demanda da região da Baixada Fluminense. A estrutura conta com recepção exclusiva, espaço lúdico, sala oitiva, sala de registros de ocorrência e consultório.

Palestras gratuitas na Tijuca abordam medo, estresse e raiva

O Programa “Qualidade Começa em Mim”, desenvolvido pelo coach Anderson Augusto e pelo terapeuta e coach Urfé Carvalho (www.augustoecarvalho.com) tem por objetivo oferecer diversas palestras gratuitas sobre temas diversos como: medos, estresse, raiva, relacionamento de casal, amor, etc. (Veja programação completa abaixo). Os encontros acontecem às quintas-feiras, em Setembro e Outubro, no Núcleo Cultural Samyama (R. Barão de Mesquita, 205 – Tijuca). Inscrições e informações pelo telefone 2264-9037 ou pelo email: ebooksaugustoecarvalho@gmail.com. Vagas limitadas.

PROGRAMAÇÃO:

SETEMBRO:

Dia 5 – Medos, das 18h às 20h, com o coach Anderson Augusto

Dia 12 – Estresse, das 18h às 20h, com o terapeuta Urfé Carvalho

Dia 19 – Raiva, das 18h às 20h, com o coach Anderson Augusto

Dia 21 – Profissionalismo, das 10h às 12h, com o consultor Alessandro Vassalo

OUTUBRO:

Dia 3 – Relacionamento de casal, das 18h às 20h, com o terapeuta Urfé Carvalho

Dia 10 – Amor, das 18h às 20h, com o coach Anderson Augusto

Dia 17 – Eneagrama, das 10h às 12h, com o coach Anderson Augusto e o terapeuta Urfé Carvalho

Da Redação, com Assessorias

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